Brigadeiro

Brigadeiro

calendar_today 2025 settings Gabriel Toschi palette Hugo Pereira factory CapyCat Games/Piquinim person 2-4 (5) pessoas timelapse 15min

Aniversário de criança é tudo de bom! Mas comer doces só no final não tem graça! Um jogo rápido de atenção e memória sobre os doces mais famosos dos aniversários brasileiros. Em vez de esperar pelo Parabéns, você tem que correr para a mesa de doces junto com os outros, tentando coletar a melhor variedade de guloseimas para ganhar.

Em cada rodada, todos escolhem um número com a mão e o revelam ao mesmo tempo, indicando a "velocidade com que correrão" até a mesa de doces. Quem escolher o mesmo número tromba e fica sem nada! E se não tomar cuidado, alguém vai te dedurar e você fica de mãos abanando. Cada tipo de doce pontua de uma maneira diferente, então pegar muitos nem sempre é a melhor escolha. Quando todas as cartas forem distribuídas, o jogo termina e quem tiver a maior pontuação final vence!

O jogo foi lançado como parte do Volume 2 da Coleção Piquinim, uma antologia de jogos de 18 cartas inspirada na cultura brasileira. Como meta adicional da campanha de financiamento coletivo, a expansão "Kit Festa" também foi lançada, permitindo partidas para 5 jogadores e introduzindo novos tipos de cartas, com novas dinâmicas.

Brigadeiro Brigadeiro

Por trás do processo

Minha história com este jogo começou há muito tempo, durante meus esforços para reaprender game design na pandemia. A ideia era implementar uma versão do Dilema do Prisioneiro que funcionasse para 3+ pessoas de uma forma simples e divertida, mas o protótipo original tinha mais de 100 cartas, 1 dado, 1 peão e problemas demais para resolver. Dito isso, o tema de "roubar doces" também surgiu aqui, como uma homenagem à minha mãe, cujos momentos fazendo doces para os meus aniversários adoçaram minha infância.

Anos depois, quando o bichinho das 18 cartas me picou, decidi reformular a experiência em um jogo menor, e funcionou muito bem! Brigadeiro era minha primeira escolha quando começamos a trabalhar na Coleção Piquinim, mas por causa de uma editora que me enrolou por meses pra nada, ele só foi publicado no Volume 2. Esta também foi uma oportunidade de trabalhar em um jogo comercial com Hugo Pereira, um dos meus amigos de mais longa data e um ótimo ilustrador, e sempre fico orgulhoso quando vejo nossos nomes juntos na caixa.